Um dia, conversando a respeito de um causo, de como as pessoas encaram certas situações na vida, um contador de história trouxe a seguinte:
- Vou contar então pra vocês, como eu vejo a diferença entre envolvimento e comprometimento: Imagine você que nós vamos fazer um omelete. Para fazer este omelete vamos usar bacon e ovos. A galinha está envolvida neste processo. Ela pode botar um ovo mais ou menos e fazer um omelete mais ou menos...Depois bota outro ovo e faz um omelete melhor...E assim vai...Ela está envolvida... O porquinho, esse ta comprometido! (rs)
E em seguida, um intrigado ouvinte questionou: - Então me diga mais homem...Com o que devemos nos comprometer? E eis então a resposta do homem: - Com nossas responsabilidades.
E o ouvinte torna a perguntar:
- E de onde vêm nossas responsabilidades???
Então o homem responde para o fim da conversa...
- Da nossa Consciência.
Agora é com você. Saber o que sua Consciência considera responsabilidade... e qual a Ordem ... e Prioridade...
- Os arquétipos são como que personagens, moldes, que estão associados a um momento específico, um tempo na história e a certas freqüências. Eles trazem uma freqüência de vibração, que relaciona o indivíduo hospedeiro com uma rede de associados, por onde fluem hábitos, pensamentos. -uhmmmmm... - No corpo de uma pessoa é possível observar a manifestação de arquétipos, às vezes múltiplos em uma mesma pessoa, que representam o que ela absorveu do coletivo. -uhmmmmm... - O que me parece é que a pessoa absorve um arquétipo, de acordo com seu poder em dinâmicas de grupo, situações onde diversos personagens interagem. Nestas situações as pessoas vivenciam a interação de diversas freqüências, e suas idéias, e a dinâmica de poder e hierarquização entre elas. Desta forma o hospedeiro observa, vivenciando, qual situação é favorável a tal arquétipo e usa isso para sobreviver e às vezes para dominar. -ahã.... - Cada indivíduo tem sua gama de personagens para usar, de acordo com sua experiência cultural. - uhmmmm..... - Até que, em um momento, a pessoa percebe isso. Que usa personagens, máscaras. E se isso a deixa inquieta, pela busca da sua verdadeira identidade, ela então questiona: Afinal então quem sou? E começa uma jornada pelo discernimento. - uhmmm... - Se a pessoa tem atenção ela consegue inclusive perceber que absorveu um determinado arquétipo e em que momento ela absorveu tal “máscara” e de quem inspirou. Após compreender algumas máscaras, se segue na procura pela sua verdadeira identidade, nos arquétipos ela não se encontra... - é? - E então questiona: Quem sou??? - E quem é??? - Bom, o que posso afirmar, seguramente, antes de tudo, é que eu sou... - Mas o que é??? – Bom, eu percebo e sei que mudo a todo instante, seja de máscara, seja sem máscara...Então seguramente eu sou a essência que está dentro da forma, que dela se liberta e que a si mesmo transforma...é isso? - HAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHA....eu te amo!
Um homem andava pela praia bem cedinho. Viu ao longe alguém que se abaixava e pegava da areia alguma coisa e a jogava ao mar. Chegou perto e viu que era um menino. O homem então não se conteve e logo perguntou: -"O que faz pequenino?"
O menino outra vez se abaixou, uma estrela novamente pegou e lançou-a ao mar dizendo: -"Estou salvando estrelinhas do mar, estou salvando as estrelinhas...
O homem mais uma vez não se conteve e falou: -"Que bobagem faz menino! Com tantas estrelinhas do mar no mundo morrendo agora, de que vale salvar estas poucas?"
O menino mais uma vez se abaixou e outra estrela pegou. Lançou-a ao mar, olhou nos olhos do homem e disse: -Mas pra essa estrelinha eu fiz a diferença, senhor...